Naomi Girma e Sam Kerr foram decisivas na vitória do Chelsea por 2 a 1 sobre o Manchester United na FA Cup feminina, garantindo a classificação do Chelsea para as quartas de final da competição em uma partida disputada que precisou da prorrogação para ser decidida.
Onde será o jogo
A partida ocorreu no estádio Kingsmeadow, palco tradicional para confrontos importantes do futebol feminino, onde o Chelsea recebeu o Manchester United para o duelo da quinta rodada da FA Cup.
Horário da partida
O confronto aconteceu no domingo anterior à publicação do artigo, portanto, em 22 de fevereiro de 2026, com o horário exato da partida não informado no texto.
Momento das equipes
O Chelsea, após uma sequência de resultados difíceis e atuações abaixo do esperado, mostrou uma melhora significativa na partida contra o United, controlando o jogo e criando diversas chances claras de gol. No entanto, enfrentou resistência da goleira Phallon Tullis-Joyce, que realizou defesas importantes para manter o Manchester United vivo na partida. O United, depois de se manter firme no primeiro tempo, cresceu no segundo, perdendo oportunidades como um chute na trave de Jess Park e uma finalização de Melvine Malard que não conseguiu aproveitar um passe preciso. O cenário foi de equilíbrio e intensas disputas até a melhor finalização de Sam Kerr quase no fim do segundo tempo, que deu esperança ao Chelsea, mas logo após veio o empate de Simi Awujo, levando o confronto para a prorrogação.
Prováveis escalações
O Chelsea escalou Hannah Hampton como goleira, com Ellie Carpenter, Lucy Bronze, Naomi Girma e Veerle Buurman na defesa. No meio-campo, entraram Keira Walsh, Erin Cuthbert e Sjoeke Nusken. O ataque foi formado por Johanna Rytting Kaneryd, Lauren James e Alyssa Thompson. Durante o jogo, entraram como substitutas Sandy Baltimore, Sam Kerr, Kadeisha Buchanan, Guro Reiten e Wieke Kaptein. O técnico do Chelsea foi Sonia Bompastor.
Análise dos destaques do jogo
Naomi Girma foi fundamental no desempenho do Chelsea, mostrando segurança na defesa e aproveitando a chance decisiva para marcar o gol vencedor da prorrogação, seu primeiro pelo clube. Sam Kerr brilhou com um excelente gol no final do tempo regulamentar, marcando seu nono gol em 10 jogos contra o United, além de sua presença constante na frente de ataque. A defesa do Chelsea contou com boas atuações de Ellie Carpenter, que contribuiu no ataque e na defesa, e Veerle Buurman, que limitou as ações de Jess Park. A goleira Hannah Hampton foi eficiente na condução da defesa, enquanto Lucy Bronze teve momentos de dificuldade que, mesmo sem querer, facilitaram a jogada que levou ao empate do Manchester United.
Desempenho individual no meio-campo
Keira Walsh teve participação importante durante os momentos de domínio do Chelsea e também colaborou defensivamente. Erin Cuthbert trabalhou bastante e contribuiu com bom controle de bola, mesmo sem todas as tentativas resultarem em chances claras. Sjoeke Nusken, depois de pouco jogar na temporada, mostrou boa movimentação e inteligência tática, criando algumas oportunidades para o ataque.
Desempenho no ataque e substituições
Johanna Rytting Kaneryd foi substituída no intervalo após um primeiro tempo em que teve poucas oportunidades efetivas, principalmente por conta dos passes mal ajustados. Lauren James comandou o jogo ofensivo do Chelsea, criando várias chances e movimentando bem o time. Alyssa Thompson mostrou atitude e bons momentos com a bola, mas faltou precisão no toque final. No decorrer da partida, as substituições de Sandy Baltimore, Sam Kerr, Kadeisha Buchanan, Guro Reiten e Wieke Kaptein trouxeram mais dinamismo, energia e defesa ao time, especialmente Buchanan, que voltou após se recuperar de lesão e ajudou a controlar os minutos finais da prorrogação.
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